sábado, 5 de dezembro de 2009
Progressão geométrica
- ... aí eu flamenguista, meu pai vascaíno, fico só escutando ele falar merda lá...
Uns dez minutos depois, o outro amigo volta lá no quarto pegar alguma outra coisa, e a conversa:
- ... na verdade parece que tem até dinheiro das FARCs envolvido, ele foi lá pra Colômbia com uns pastores...
Outros dez minutos depois, ele volta lá por algum outro motivo, e ouve:
- ... e é essa totalidade, cada molécula, energia e matéria!
Teve medo de entrar outra vez no quarto.
sábado, 8 de agosto de 2009
Ensaio sobre As Portas da Percepção

segunda-feira, 16 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
Sobre a Ditadura & a Inútil Pressão Exercida Pelas Escolas
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Para quem gosta de música...

«If you had a choice between a thousand dollars and a thousand fans, which one would you choose? I would rather have people listen to my music and love it. If you're making music for the money, well, you should probably become a lawyer or something. Music is an art, not a business. It's possible to make money from it all, of course. But that's second to the sound.»
Por coincidência eu também faço música artesanal, se alguém estiver interessado. Alguns dos projetos de que eu já participei:


terça-feira, 18 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
Auto-Estima
"Eu não existo, pelo amor de deus!", e disse em minúscula mesmo.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
O surreal tem limites que a realidade ignora
Jarbas continuou a subir as escadas. Não era mais um dia comum.
Non sequitur
Assisto de longe enquanto diante dos meus olhos passa uma procissão de personagens que parecem vindos de um desenho animado – uma espiral de cores dá lugar a uma flor diante de uma árvore, da qual sai correndo um coelho branco, que foge de algo desconhecido, e corre pela floresta, corre pelas árvores, passa por ursos e outros animais, pula um lago e esbarra numa árvore onde se encontra um macaco. Da árvore cai uma colméia que o macaco não hesita em comer. O próprio Zé Colméia se junta ao conjunto. De repente estamos num quarto, discutindo qualquer coisa que eu não sei; nunca tinha visto aquele quarto antes: era um vão entre duas estantes de alumínio cheias de livros. Asdrúbal diz alguma coisa interessante e nós saímos de lá. De repente é tarde da noite, um povo que nunca vi discute algo sério, e a noite passa rapidamente. “Já amanheceu?”, pergunto. Lá fora o sol subia no céu rapidamente, e jogava uma luz brilhante no céu, em parte azul e em partes ainda negro como a noite. Em algum lugar alguém aperta um interruptor invisível, e todo o lento alvorecer subitamente vira noite profunda, junto com o clique do interruptor. Olho maravilhado pela janela admirando a esquizofrenia da natureza.